A RedeMais promove alianças intersetoriais entre governo, iniciativa privada e sociedade civil, com foco em recuperação, dignidade e reintegração social.
Nossa missão é enfrentar a dependência química e o alcoolismo por meio de parcerias, projetos sociais e políticas públicas, com a visão de ser referência em Minas Gerais na promoção do bem-estar social e da qualidade de vida.
Somos guiados pelos valores de ética, transparência, humanização, respeito à dignidade, inclusão social e compromisso com a recuperação integral de cada pessoa.







Oferecemos atendimento especializado e humanizado para pessoas que necessitam de tratamento, acolhimento
ou proteção social, com acompanhamento individualizado e atuação multidisciplinar.
Acolhimento e acompanhamento especializado para pessoas que reconhecem a necessidade de tratamento e decidem voluntariamente buscar apoio para o enfrentamento da dependência de álcool e outras drogas.
Atendimento destinado a pessoas que necessitam de tratamento, mas não conseguem aderir voluntariamente ao cuidado. A modalidade é realizada mediante avaliação profissional e de acordo com os critérios e procedimentos previstos na legislação vigente.
Modalidade de internação determinada por decisão judicial, aplicada em situações específicas previstas em lei, com acompanhamento especializado durante todo o período de internação.
Consultoria especializada para prefeituras e órgãos públicos na estruturação, planejamento e aprimoramento de políticas e serviços relacionados à prevenção e ao enfrentamento das drogas, assistência social, acolhimento e atendimento à população em situação de vulnerabilidade.
Serviço de acolhimento institucional destinado a jovens e adultos com deficiência, geralmente entre 18 e 59 anos, em situação de dependência, vulnerabilidade social ou com vínculos familiares fragilizados ou rompidos. Oferece moradia, proteção, cuidados e suporte para o desenvolvimento da autonomia, da convivência comunitária e da inclusão social.
Serviço de acolhimento e moradia coletiva destinado a pessoas com 60 anos ou mais em situação de vulnerabilidade, abandono, negligência ou violação de direitos. Oferece um ambiente protegido, acolhedor e estruturado, com cuidados adequados às necessidades dos residentes e suporte para a manutenção da qualidade de vida e da convivência social.
Nosso processo segue etapas cuidadosamente planejadas para garantir a melhor recuperação.

Primeiro contato humanizado, avaliação inicial e construção de vínculo de confiança.

Análise completa por equipe especializada para elaborar um plano de tratamento individualizado.

Monitoramento constante do processo terapêutico, com ajustes ao longo do tratamento.

Preparação para o retorno à comunidade, à família e ao mercado de trabalho, com suporte continuado.
Atendemos diversos municípios mineiros com parcerias locais e ações específicas para cada região.










Coordenador do Projeto RedeMais
Militante da área social desde 1981, Jânio dedica sua trajetória à saúde, aos direitos humanos, à justiça social e às comunidades terapêuticas, com atuação em vários estados do país.
Trabalhamos em aliança com diversos setores para ampliar nosso impacto social.
Convênios municipais.
Estaduais e federais.
Empresas parceiras.
Organizações sociais.
Tire as principais dúvidas sobre o acolhimento e o tratamento na RedeMais.
Preencha o formulário na página de Contato ou fale com a nossa equipe pelo WhatsApp. Nós orientamos você em cada etapa do processo.
São obrigatórios três laudos: laudo psiquiátrico, laudo clínico e laudo odontológico. Em caso de dúvida, a nossa equipe orienta sobre cada um. Ver documentação necessária →
Oferecemos tratamento voluntário, tratamento involuntário, internação compulsória, residência inclusiva, consultoria para prefeituras e instituição de longa permanência para idosos (ILPI). Ver tratamentos e serviços →
Atuamos em diversos municípios de Minas Gerais, por meio de uma rede de clínicas e comunidades terapêuticas parceiras espalhadas pelo estado. Ver mapa de atuação →
No voluntário, a própria pessoa decide iniciar o tratamento. No involuntário, ele ocorre mediante avaliação profissional quando a pessoa não consegue decidir pela internação, conforme a legislação. Na internação compulsória, é determinado por decisão judicial.
Sim. A família pode fazer parte do processo, recebendo orientação e suporte ao longo do acompanhamento.